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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

CABOCL@RTES 16


A LENDA DO BOTO - óleo s/tela 30x50

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No nosso Pará tem lendas
escute o que vou contar
nós temos a lenda do boto que chega na festa pra namorar

Se transforma em homem bonito
em noite de luar
quando chega na festa, moça bonita vai namorar

Ele pega sua namorada e namora na beira do mar
Quando se joga na água em boto branco vai se virar

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Música : A Lenda do Boto
Composição: Renato Cardoso
Voz: Grupo SANCARI

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CABOCL@RTES 15


Remanso das Garças - Óleo s/tela 50 x 60

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

JETRO FAGUNDES - O farinheiro marajoara



Jetro Fagundes é marajoara de Breves e guarda na memória tudo que alí viveu, é autor de diversas poesias de temas variados, que podem ser encontradas em seu blog, agora ele nos brinda com este livro intitulado "Jesus, o Cristo Libertador"contando a história de Jesus em forma de poesia. É conhecido como farinheiro marajoara por comercializar o que não pode faltar na mesa do paraense: a farinha nossa de cada dia.

A Menina Maria

Maria poetisa menina
De uma aldeia Palestina
Ouve do Anjo Gabriel
Que ela é uma agraciada
A mais bem aventurada
Dentro e fora de Israel

Gabriel em sonho avisa
A menina poetisa
Que ela dará a Luz
Ao Messias esperado
Aguardado, iluminado
O Emanoel Jesus

A menina linda chamada Maria
Poetisa movida de tanta emoção
Glorifica ao Deus das minorias
Na mais bela das cantorias
O seu cântico de Libertação

Sem teto essa Maria
Dá a Luz na estrebaria
Por não ter vintém
O menino ganha presentes
Dos sábios do Oriente
E de pastores de Belém

E com seu Rei Menino
Pra fugir de um assassino
Ele vai então provar
A dura vida de exilada
De forasteira, desterrada
No Egito, longe do seu lar

A menina, a mais Santa das Marias
Nas pitadas do seu puro amor
Junto com José das Carpintarias
Sofre santas dores e alegrias
Pra criar o seu senhor

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Antonio Sadinael


Antonio Sadinael Oliveira da Silva nasceu no dia 01 de Agosto de 1970 no municipio de Portel. É artista plástico, crítico cultural, policial militar e está iniciando sua carreira de escritor com o livro  MATA: Outros 600 na Mesorregião Portel.
Conforme disse Roberto Carvalho de Faro da Academia Paraense de Letras, o esforço Antonio Sadinael para levantar a história multifacetada de Portel, desde os tempos remotos até os dias atuais, merece aplauso. Os vários anos de pesquisa rendem-lhe agora o merecido reconhecimento, graças à sensibilidade dos comerciantes e empresários de Portel, que vislumbrando a importância da obra, decidem publicá-la.
Só um espírito determinado a romper as limitações impostas pela carência de recursos e a enfrentar as dificuldades de toda ordem na sua penosa pesquisa, consegue realizar um trabalho tão abrangente e de suma utilidade para pesquisadores, estudantes e professores.....



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terça-feira, 27 de setembro de 2011

A Casa onde morou Dalcídio Jurandir

ANTES em 2009
DEPOIS em setembro/2011


A Secretaria de Estado de Cultura - SECULT, informa que a casa de Dalcidio Jurandir assim como o Museu do Marajó, aguardam o planejamento do exercício 2011 desta Secretaria, para inclusão na pauta de atividades a serem desenvolvidas.


Esta foi a resposta dada pelo @governopararesponde a pergunta feita por @zevarella


O que se vê não parece obra do governo....



Professor LINO RAMOS


José Lino dos Santos Ramos - nasceu no dia 23 de Janeiro de  1957, em Cachoeira do Arari, é professor de História Geral do município, faz parte Sistema Modular de Ensino há muitos anos, é pesquisador, cantor e compositor de diversos rítmos regionais,  e ultimamente está escrevendo um livro (já em fase final) cujo título é "O Devoto Fiel". uma homenagem ao senhor João Cândido Gama, precursor da Festividade de São Sebastião em Cachoeira do Arari. O lançamento será no dia 20 de Janeiro de 2012 na Barraca do Santo.
Lino tem outros projetos(livros) em construção: Sonhos e Insonia de um Jesuita na Amazônia, uma homenagem a Giovanni Gallo e Enveredando Dalcídio Jurandir, fala dos lugares onde ele viveu.
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*Lino Ramos é primo legítimo de Dalcídio Jurandir, o pai de Lino e a mãe de Dalcídio eram irmãos.
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domingo, 25 de setembro de 2011

ZÉZINHO VIANNA - cantor e compositor marajoara


José Luciano Frade Vianna - "ZÉZINHO VIANNA", nasceu no dia 10 de maio de 1961 em Cachoeira do Arari, começou a cantar aos 18 anos, já gravou dois CDs e fez algumas participações com outros cantores,  dentre 7 festivais em Cachoeira do Arari dos quais participou  venceu 6 e o que ele não venceu, ficou como melhor intérprete e levou o 2º lugar. Em Soure  no Festival da Canção e arrebatou o 1º lugar com a música "Caboclo",  letra e música de sua autoria, acompanhado do violonista César Cassiano. Já compôs 98 músicas.





CABOCLO


Rio Arari corre ligeiro e o mururé
guarda segredos Tucunaré


Tenho a certeza que a volta do laço
segura firme mas não prende a fala
deixando marcas pelo corpo inteiro
o meu destino é morrer aqui


Peguei o barco atravessei a baía
enfrentei maresia era a reponta de lá
a Invernada, Xote e Saudade Louca
é Cachoeira tão boa que aconchego me dá


Ei su homi eu sei que nunca estou só
Ei su mano caboclo do Marajó


Ê su homi!
Ê su mano!


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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

VIVA MARAJÓ - Documentário



Este documentário é parte do programa Viva Marajó para a conservação da diversidade ambiental e cultural e a promoção da cidadania. O programa VIVA MARAJÓ apoia o arquipélago do Marajó como RESERVA DA BIOSFERA junto a UNESCO.

Mais informações: www.vivamarajó.org.br



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

GIOVANNI GALLO - O ítalo Marajoara!



A foto faz parte de uma exposição que reúne imagens poético-documentais da ilha do Marajó, sob o olhar do italiano Giovanni Gallo e pode ser apreciada na Feira do livro que acontece no Hangar.
As imagens fazem parte de um trabalho de pesquisa, documentação e reprodutibilidade do Acervo do Museu do Marajó.
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Obs: 1ª Foto: Rodolfo Oliveira
2ª Foto: De minha autoria, com a participação especial do Bruno, ajudando a empurrar o batelão com os pescadores.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

Maré Urbana V - CACHOEIRA DO ARARI



Nesse rio sem memória
sem cachoeiras e araras
bóiam lendas e lembranças
nas marés do deus-dará
onde Alfredos e Eutanázios
espiam o tempo a vazar...

Nesses tesos canta um Gallo
contando a saga ancestral
aprisionada nos cacos
coloridos de cerâmica,
histórias de amor e luta,
de renúncia e solidão.

Nesses campos morrem sonhos
entre mitos desterrados,
junto a bois, piramutabas,
marrecos e tamuatás
nos braços nus da esperança
à espera do nunca mais...

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*Do livro Marés - poemas de argila e sol
Autor: ANTONIO JURACI SIQUEIRA

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