“A natureza está secando”: quilombo no Marajó vive impactos do arrozal e clima de violência

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segunda-feira, 29 de junho de 2015

CABOCL@RTES 70 - Dança Africana Painel 20x30

DANÇA AFRICANA - Pintura à óleo sobre painel 20 x 30cm

Todos os acontecimentos da vida africana são comemorados com a dança: nascimento, morte, plantio, colheita, guerra, etc... Ela acentua a unidade entre seus membros, por isso é quase sempre uma atividade grupal.Em sua maioria, todos os homens, mulheres e crianças participam da dança, batem palmas ou formam círculos em volta dos bailarinos. Fonte: O mundo da dança.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Folias de Belém - Allan Carvalho e Ronaldo Silva

Em "Folias de Belém" os compositores Allan Carvalho e Ronaldo Silva revisitam a estrutura original da Folia - compreendida por rezas musicadas conduzidas pelas comitivas de santo durante a peregrinação e louvação a casa dos devotos - e, inovam, com o uso de tecnologias, linguagens e narrativas ambientadas nas paisagens sacras de Cachoeira do Arari - Ilha do Marajó e em Bragança, nordeste paraense.
A simplicidade das melodias clareia mensagens de amor e fé, que enternece e religa o homem à divindade, rogando por cura e alegria no coração de toda gente. Sua poética viceja como campos verdejantes e tremula qual bandeira ao vento, anunciando a paz esperada.
Neste cenário, Belém é berço da natividade cristã e capital do Grão-Pará, reunindo cantadores, instrumentistas e arranjadores para bendizer com suas cantilenas o Deus menino, a Mãe Santíssima, São João Batista, Santos Reis... Compartilhar histórias, crenças e uma diversidade melódica em ritmo de valsa, mazurca, marabaixo, retumbão, que desvelam o encanto da folia amazônica.
Esta incursão dos artistas/foliões pelo selo Rios do Mundo, do Instituto Arraial do Pavulagem, é um batismo revigorante, fonte renovada de inspiração. (Walter Figueiredo, pesquisador e produtor cultural)

terça-feira, 26 de maio de 2015

terça-feira, 28 de abril de 2015

QUEM DERA - Antonio Juraci Siqueira

QUEM DERA...

Quem dera que meu cantar
pudesse salvar a tarde
prendesse os raios do sol
na rede do anoitecer,,,

Quem dera que meu poema,
prenhe de sonho e emoção,
pusesse pão sobre a mesa
dos que tem fome de amor...

Quem dera que a minha pena
pudesse quebrar algemas
dos que vivem prisioneiros
pelo crime de sonhar...

*
Autor: Antonio Juraci Siqueira, poeta marajoara de Cajary - Afuá, onde ainda menino descobriu a literatura através dos folhetos de cordel. Licenciado pleno em filosofia pela Universidade Federal do Pará, pertence a várias entidades lítero culturais e atua como professor de filosofia, oficineiro de literatura, performista e contador de histórias. possui mais de 80 títulos individuais publicados entre folhetos de cordel, livros de poesias, contos, crônicas, literatura infantil, histórias humorísticas e versos picantes. Colabora com jornais, revistas e boletins culturais de Belém e de outras localidades, além de contar com mais de 200 premiações em vários gêneros. em âmbito nacional e local.